terça-feira, 25 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL



Idealista que sou, não poderia ter outro sentimento nesta dia que não fosse a alegria. Chegou o dia em que deixamos de lado as individualidades e nos sentimos na obrigação de valorizar o coletivo. É o dia que nos reunimos em família para troca de presentes e conversas longas e alegres. É o dia que lembramos os amigos e felicitamos vizinhos ou aqueles que pouco conversamos.
O espírito do Natal é o amor. O amor que nos leva a compreensão, fraternidade, solidariedade e tantas outras boas ações que são inspiradas na história do homem que a razão da existência desta festa, Jesus Cristo.
Desejo à todos os amigos e seus familiares muita paz e alegria nesta natal.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O GORDO FICOU FELIZ!



O gordo ficou feliz, por todas as mensagens, ligações, saudações, abraços, beijos e bater de palma do dia do seu aniversário. O gordo agradece o carinho de amigos e familiares. Foi a primeira vez que o gordo passou seu aniversário junto de alunos. O gordo ficou feliz com o maior número de parabéns de toda sua vida. O gordo não chorou. Mentira, ele chorou. Chorou de felicidade.
O Gordo falou que vai tentar responder cada mensagem, uma por uma. O Gordo pediu para avisar que não ficará com raiva de quem esqueceu ou não teve tempo de felicitá-lo pelo seu aniversário. O Gordo também pediu para avisar que não ficará com raiva de quem não deu presente. O Mal educado esquece de presentear, não tem o direito de cobrar presente de ninguém.
O Gordo agrade cada presente. O Gordo agradece principalmente a amizade e o carinho que dispensam a ele. O Gordo diz que o melhor presente que pode receber é a certeza de ser amado. O Gordo avisa que continuará tentando fazer o melhor. O melhor para Gordo é fazer que outros fiquem felizes por ele e com ele. O Gordo diz: MUITO OBRIGADO!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

FLAMENGO, VASCO E O VEXAME. SOU MAIS MEU CRB!


Os quatro grandes times de São Paulo terminarão o ano com pelo menos um título. Nos torneios internacionais, apenas os paulistas conseguiram vagas nas semi finais. Se o Corinthians vencer o mundial, terão ganhado todas as taças internacionais que disputaram em 2012. No Rio, tirando o Fluminense e o dinheiro da Unimed e o mediano Botafogo, não se sabe o que será de Flamengo e Vasco no próximo ano.
Times desorganizados, sem direcionamento político e econômico. Apesar do vexame em 2012, muitos torcedores rubro-negros ainda acreditam que o time é forte porque "É O MENGÃO". Não basta ter camisa, tem que ter organização.
No Vasco, Roberto Dinamite, o presidente que paga salários atrasados e justifica com o: "eu nunca recebi salário em dia como jogador". Termina o ano querendo tirar a estátua em homenagem a desafeto Romário. É político, Deputado Estadual no Rio de Janeiro. Não assusta que como boa parte dos políticos deste país, perde a noção entre o que é público e privado.
Desorganizados como estão, se bem que o Flamengo tem uma nova diretoria, se nada mudar, em poucos anos o Flamengo vai conhecer a segunda divisão e o Vasco, voltará à série B. E ainda tem gente que nos questiona por amar o que eles chamam de "porcarias de Alagoas." Se vocês não têm vergonha deste vexame constante que é o Flamengo, porque teríamos de CRB e CSA?

Wesley, respeita o Luiz.


Imaginar que este homem superou preconceitos terríveis, para com seu imenso talento, convencer o Brasil do valor de sua música e transformar este gênero musical, parte importante da música popular brasileira. Hoje, deixaram este maravilhoso gênero musical MUÍDO com os AVIÕES repleto de SAFADÕES que viajam o Brasil com sua música de baixo nível. Salve o mestre, poeta, Luiz Gonzaga.

NATAL EM FAMÍLIA



A reunião do Natal em Família foi maravilhosa, ainda feliz por esta noite. Mais um dia de profunda reflexão com a família sobre a nossas vidas e nosso papel. Sem esquecer do nome de Jesus Cristo, razão maior desses encontros.
O mais belo de nossas reuniões é que fazemos questão de ressaltar a felicidade de estarmos juntos sempre que possível. A vida em família é algo que se diferencia em cada lar, cada grupo familiar, mas sempre, quando fundamentada no amor, o espírito solidário impera e transforma. Amo minha família e como sei que este é o sentimento da maioria. Infelizmente, somos quase que obrigados a ler mensagens negativas onde paira a dúvida sobre a fidelidade entre amigos. Não compartilho este tipo de mensagem por ter amigos e uma família que prova que isso não é regra, mas exceção. A regra é que somos bons, nos amamos.
Perdão pelo texto meloso, cheio de clichês. Mas se não sentem vergonha de declarar que o ser humano não presta, não terei vergonha em declarar que amo meus amigos e minha família. Por isso, não tenho dúvida. O ser humano é mais bela obra de Deus.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O espetáculo The Voice.


The Voice é excelente, reality show que prestigia o talento. Neste programa, não importa se o candidato atende ao perfil do rosto bonito, branco e esbelto. O que vale é o talento, não a edição que favorece ou ser ou não queridinho do apresentador prolixo. Em todos os quesitos o Big brother é o oposto da excelência que tem o The Voice. Big brother é uma m..
Serão sete mulheres, um homem na final. Quem julga, não se importa com a cor da pele, condição social ou orientação sexual do participante. O resultado é o da emoção, os números indicam quem mais cativou o público. Esta é a função do músico, do artista. Independente do resultado, a competição não é levada como uma disputa que diminua o oponente, humilhação pública e conchavos para destruir outro grupo. Esta pobreza de espírito, passa longe do programa musical da Globo. 
Um programa excelente, cativante, emocionante. Não ficamos tristes, mas emocionados a cada edição. Que venha a final e que vença o melhor. Quem quer seja o vencedor, o telespectador brasileiro já ganhou uma ótima opção de entretenimento. Em janeiro, infelizmente, voltam com a porcaria. Que caia um novo muro e que o prolixo, procure fazer seus versinhos sem sentido em outra freguesia. Aproveita e leva seus heróis, Bial. Não precisamos disso!
Vou torcer por Ellen Oléria. 

O minha casa, minha vida do torcedor.

http://globotv.globo.com/rede-globo/esporte-espetacular/t/edicoes/v/gremistas-se-emocionam-na-despedida-do-estadio-olimpico/2285139/

Só entende o que é isso quem vai para arquibancada torcer pelo seu time. Quem ver seu time pela televisão, se emociona, mas não tem a verdadeira medida do que é para um torcedor saber que não voltará para sua casa, terá que se adaptar a uma nova morada. Isso é parte importante do futebol. 
Nos vimos em cada rosto gremista como fossemos um deles. Sentimos isso por entender o que eles estavam sentido ao se despedir do Olímpico. Quem prefere a frieza da televisão, seja em casa ou na mesa de bar, se emocionou, mas acreditem, não sabem o que eles estavam sentindo. Vocês, podem acreditar, não sabem o que é ser torcedor de verdade. Quando meu time joga, minha casa, é o estádio de futebol.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Pai, afasta do Brasil esse "cálice"!

José Maria Marin discursando na entrevista coletiva.
0 craque Ronaldo, fenômeno também na publicidade. Infelizmente, na propaganda que desrespeita o direito de questionar.

video


Na entrevista coletiva que apresentava o novo treinador da seleção brasileira de futebol, Luis Felipe Scolari e o coordenador técnico, Carlos Alberto Parreira, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, o "Zé das Medalhas", tomou o microfone para discursar de maneira ufanista, bradando o espírito patriótico. O amor a pátria do mandatário da CBF segue a nada saudosa cartilha do regime militar do "Brasil, ame-o ou deixe-o". 
Marin iniciou sua carreira política como vereador pelo Partido de Representação Popular (PRP), criado por Plínio Salgado, o mesmo da Ação Integralista Brasileira dos anos 30. Nos anos 70, foi deputado estadual pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA), partido de sustentação do Regime Militar. Foi vice-governador de São Paulo, o titular era o governador biônico Paulo Maluf. Ainda tem em seu currículo a infeliz frase direcionada ao diretor de jornalismo da TV Cultura, Vladimir Herzog, quando disse: "vem verificando os fatos negativos, pois não se vê nada de positivo, apresenta apenas miséria, apresenta problemas, mas não apresenta soluções" ... "é preciso mais do que nunca uma providência, a fim de que a tranquilidade volte a reinar não apenas nesta casa. Mas, principalmente, nos lares paulistanos." Percebe-se que o nobre presidente seguia muito bem o ideal repressivo e de combate a quem diverge de seus conceitos.
Voltando ao seu atual posto, na entrevista coletiva, como vocês podem ver no vídeo, Marin exalta sua decisão ao mesmo tempo que condena aqueles que não concordam com sua decisão de demitir Mano Menezes e contratar, Felipão, como anti-patriotas. Ao assistir, um arrepio que não foi de entusiasmo pelo discurso, mas de pavor de notar que infelizmente, o patriotismo dos militares, baseado no combate a quem diverge. Será que ele ainda não aprendeu que vivemos outro tempo, onde divergir é parte da liberdade que o regime de exceção que apoiava cerceou? Esqueceu Marin que os brasileiros gozam do sagrado direito à liberdade de expressão? Creio que sim.
Não bastasse a ridícula campanha publicitária da Brahma que chama os brasileiros que cobram equilíbrio e o bom uso do dinheiro público e por extensão, cumpra-se as obras programadas para a Copa do Mundo de pessimistas, agora este triste discurso. Se hoje, dois antes este discurso inflamado e propagandas enganosas de falso patriotismo nos enchem, imagina na Copa? Pai, afasta do Brasil esse "cálice"!



Comoção, oportunismo, loucura, besteira, infelicidade, alegria, sensacionalismo. São muitas palavras, negativas ou positivas, todos têm alguma opinião ou sentimento para a história do menino que vendeu a bicicleta para torcer pelo CSA. Não por preferência, com certeza influenciado pelo espírito de torcedor e amante do maior de todos esportes e acima de tudo, alagoano, fico com a turma que encarou o fato com um misto de comoção, alegria e satisfação pela nobreza da torcida azulina e principalmente pela demonstração de carinho e amor pelo clube do pequeno marujo.
Sou regatiano, vermelho e branco puro, não torço pelo CSA. Mas no dia que o Morumbi recebeu a seleção brasileira e uma plateia de pessoas que pouco entendem do privilégio de ser torcedor, este menino que abdicou do objeto dos sonhos de toda e qualquer criança para fazer parte da massa azulina que apoiará seu clube no domingo é exemplar e precisa ser compartilhado. O menino mostrou o que é ser torcedor. O CSA joga a quarta divisão do futebol brasileiro, mas para ele e muitos torcedores do azulão, pouco importa, o CSA vai jogar. Mais importante que o campeonato que disputa ou títulos que tenha o time, é ter um time para torcer. Nossos dirigentes, infelizmente, exploram nossa paixão e abusam do direito de desrespeitar seus torcedores. Azulino, regatiano, alvinegro não importa. Hoje, o pequeno marujo é expressão do amor de cada torcedor por seu clube.